quinta-feira, 16 de junho de 2011

Poesia ao estilo macabro...

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   Se você já se cansou de ler poemas tenho pena da sua alma, e é com esse estilo que me expressar que eu apresento dois novos poemas que eu fiz após anexar esse estilo a minha escrita. Esses poemas tem por nome "Sociedade e eu", poema no qual eu discorro sobre o que penso referente a algumas qualidades da mesma e também aproveito para declarar algumas palavras ditas pela própria no final do poema. O outro poema se chama "Não te preciso mais" e dispensa comentários...






                      Sociedade e eu 


Se a sociedade não me quer, não ligo
não vou limpar o pus do mendigo.
Numa guerra o sangue que primeiro jorrar
primeiro a terra chegará,
e o que com ferro fere
é aquele do qual a história se refere.


Não morrerei por falsas palavras
Não morrerei por títulos,
erroneamente se engana os iníquos,
os fracos, e os desorientados desse tempo.


Não perfurará a espada o meu corpo,
nem a lança o meu coração.
Pois eis aqui aquele que vivi a beira da putrefação,
eis que meu nome é sociedade,
passam-se as honras e desonras
eu permaneço,
eu não tenho idade.






                             Não te preciso mais




Morra, mil vezes morra!
Desapareça a sua existência do vazio da eternidade.
Não te preciso mais.
Não me traga pensamentos e emoções,
tudo em mim foi criado por meus pais.


Que escorra teu sangue, que esmaguem teu pulmão,
que o teu interior seja as barras de uma prisão.
O que me fizeste? O que nós te fizemos!
tire daqui a tua poesia!
Não use palavras, não és digna!
Pisaste na ferida que antes sorria.







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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Poema 2

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            Olá novamente, é bom saber que meu último poema tem dado ibope, tomando isso como base resolvi investir nesse ramo e já comprei caminhões carregados de papel para eu escrever meus poemas (não gosto de escreve-los de frente pro pc). Vou deixar hoje uma pequena amostra do que produzi nesse meio tempo. O poema que tem por título "Contigo, sentir" já é considerado por muitos críticos um clássico da literatura brasileira, apesar de falar de algo que já está bem comentado nos poemas pelo mundo afora.














                                               Contigo, sentir

      Enxerguei teu olhar, mas não compreendi, me pareceu um completo desespero, um vazio, um vago horizonte de quem não volta mais. Meus pensamentos vagueiam sonhando, imaginando, se você tanto disse como interpretar?
Como um veículo deslizando por uma estrada com densa quantidade de líquidos, assim são teus olhos insípidos para com quem ignora teu falar, teu magnífico parecer, que ignora teu ser sem te deixar esquecer de quem você não é.
Mas depois de tanto pensar e falar pode-se ver, perceber, o que você não quer dizer. Mas si me perco em ti, me restam a destreza e o sobrevir de um novo dia, no qual te direi quem és e quem deixas-te de ser. O teu medo. Medo natural. Nos afogamos num oceano de medo. Medo igual temos todos nós. Medo de ficarmos sós. Cruzarei esse oceano a nado.Contigo senti que sem ti não sou o mesmo, sou apenas o passado.




Breve mais poemas!





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quarta-feira, 1 de junho de 2011

poemas

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   Olá leitor do cordas e argumentos depois de uma temporada de críticas eu, escritor e segundo criador do cordas e argumentos passei um tempo longe dos problemas comuns da vida num lugar distante da civilização, um lugar conhecido pelo nome de IFPE. Nesse determinado lugar ouvi diversos versos que honraram meus ouvidos com o desenrolar de suas palavras, então escrevi alguns poemas que enriquecesse a minha escrita quanto a criatividade.No primeiro poema descrevo o que penso e sinto como músico num lugar onde nem sempre se é valorizado ao mínimo, não peço uma adoração peço apenas um respeito.




som de igreja


Sou de um povo, sou achado sou separado,
Não escuto o que me é colocado mas quando as vezes finjo me perco no desrespeito,
não vejo que ao meu lado correm rios e me perco na exatidão de um pensamento encaminhado,
mas não estou errado, apenas por ser ou não ser não me importo com o pensamento antes dado,
ao longe ouço sons caminhando todos para um só destino,
vou junto ao mesmo caminho mas ao irmão som só resta a deplorável magnificência da minha arrogância,
tal qual nunca vista antes cresce em mim e me inunda um sentimento de desprezo,
mas o que seria de alguém sem informação sobre o tal,
ele no simples modo de contemplar o que foi feito
me saúda com um aperto de mão e um abraço,
doí no peito, a amargura de uma falsa impressão momentânea,
assim sente o desprezado mas não solitário irmão som,
aquele que estava antes do povo e estará pra sempre com esses que muitas vezes transformam nosso pensar.




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