segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Review do Pedal ME-25



Pedaleiras Me da Boss, pra qem gosta como sabe o valor que elas tem. Nota: prefiram sempre a ME-70


sábado, 13 de agosto de 2011

Divisão de Estados

Essa semana eu estava vendo umas revistas e achei uma que tinha na manchete falando que, a exemplo do Pará, que estão querendo dividir em três, estão também querendo fazer isso em outros estados. Por que será que eles querem fazer isso? Para poder roubar mais dinheiro, claro. Mas como? Por exemplo, digamos que eu tenha um estado em que a plena maioria é a favor de meu partido (como o PSDB tem a maioria dos votos em São Paulo), então eu pego esse estado e divido em, por exemplo, três estados. Então o que acontece? Simples: eu tinha a maioria dos votos naquele estado e ganhava um salário de governador, vários salários de secretários e de   deputados, mas agora, que eu o dividi em três estados, eu vou ter salários de três governadores, de duas vezes mais secretarias e de duas vezes mais deputados. Conclusão: é como um amigo disse: esses caras só sabem usar a cabeça pra roubar e roubar. E estão querendo nos fazer de idiotas mais uma vez. E o Brasil vai deixar...

sábado, 16 de julho de 2011

Osama

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Eu sinceramente Não acredito que Osama tenha morrido,e, postarei um vídeo interessante sobre isso:









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segunda-feira, 11 de julho de 2011

My Soul

apenas mais um simplório poeminha...


my soul




você corroeu minha alma,
feriu o lado mais obscuro do meu coração e
não merece nenhuma demonstração de compaixão.


você é a pedra do meu sapato meu pior castigo, um espinho para o meu pé descalço, a pior demonstração de ódio próprio que eu poderia dar ao mundo, não sou nenhum moribundo.


Não consigo mais dormir seus pesadelos me assolam , o sangue que escorre pela sua mão me cobre então e aos meus olhos segam.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Poesia ao estilo macabro...

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   Se você já se cansou de ler poemas tenho pena da sua alma, e é com esse estilo que me expressar que eu apresento dois novos poemas que eu fiz após anexar esse estilo a minha escrita. Esses poemas tem por nome "Sociedade e eu", poema no qual eu discorro sobre o que penso referente a algumas qualidades da mesma e também aproveito para declarar algumas palavras ditas pela própria no final do poema. O outro poema se chama "Não te preciso mais" e dispensa comentários...






                      Sociedade e eu 


Se a sociedade não me quer, não ligo
não vou limpar o pus do mendigo.
Numa guerra o sangue que primeiro jorrar
primeiro a terra chegará,
e o que com ferro fere
é aquele do qual a história se refere.


Não morrerei por falsas palavras
Não morrerei por títulos,
erroneamente se engana os iníquos,
os fracos, e os desorientados desse tempo.


Não perfurará a espada o meu corpo,
nem a lança o meu coração.
Pois eis aqui aquele que vivi a beira da putrefação,
eis que meu nome é sociedade,
passam-se as honras e desonras
eu permaneço,
eu não tenho idade.






                             Não te preciso mais




Morra, mil vezes morra!
Desapareça a sua existência do vazio da eternidade.
Não te preciso mais.
Não me traga pensamentos e emoções,
tudo em mim foi criado por meus pais.


Que escorra teu sangue, que esmaguem teu pulmão,
que o teu interior seja as barras de uma prisão.
O que me fizeste? O que nós te fizemos!
tire daqui a tua poesia!
Não use palavras, não és digna!
Pisaste na ferida que antes sorria.







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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Poema 2

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            Olá novamente, é bom saber que meu último poema tem dado ibope, tomando isso como base resolvi investir nesse ramo e já comprei caminhões carregados de papel para eu escrever meus poemas (não gosto de escreve-los de frente pro pc). Vou deixar hoje uma pequena amostra do que produzi nesse meio tempo. O poema que tem por título "Contigo, sentir" já é considerado por muitos críticos um clássico da literatura brasileira, apesar de falar de algo que já está bem comentado nos poemas pelo mundo afora.














                                               Contigo, sentir

      Enxerguei teu olhar, mas não compreendi, me pareceu um completo desespero, um vazio, um vago horizonte de quem não volta mais. Meus pensamentos vagueiam sonhando, imaginando, se você tanto disse como interpretar?
Como um veículo deslizando por uma estrada com densa quantidade de líquidos, assim são teus olhos insípidos para com quem ignora teu falar, teu magnífico parecer, que ignora teu ser sem te deixar esquecer de quem você não é.
Mas depois de tanto pensar e falar pode-se ver, perceber, o que você não quer dizer. Mas si me perco em ti, me restam a destreza e o sobrevir de um novo dia, no qual te direi quem és e quem deixas-te de ser. O teu medo. Medo natural. Nos afogamos num oceano de medo. Medo igual temos todos nós. Medo de ficarmos sós. Cruzarei esse oceano a nado.Contigo senti que sem ti não sou o mesmo, sou apenas o passado.




Breve mais poemas!





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